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Público cantando junto com a banda do Bloco Largado às Traças

Repertório

Axé e sertanejo no mesmo cortejo

O Largado às Traças não escolhe entre a euforia do axé e a memória do sertanejo. Junta os dois, acrescenta piseiro e pagode baiano e entrega um Carnaval que a cidade inteira canta.

A combinação

Duas linguagens que sempre conversaram

O axé ensinou o Brasil a fazer Carnaval em movimento: trio elétrico, refrão coletivo, comando de multidão. O sertanejo ensinou o país a cantar junto o ano inteiro, do rádio do carro à festa de peão. Quando as duas linguagens se encontram, o resultado não é colagem — é uma festa em que ninguém precisa esperar a próxima música para reconhecer alguma coisa.

É esse cruzamento que sustenta o Largado às Traças desde 2018 e o levou a reunir mais de 35 mil foliões por ano. O bloco usa a estrutura de festa do Carnaval baiano com o repertório que o interior e o litoral realmente escutam.

Como o set é construído

Abertura sertaneja

O público entra pelo que conhece: sucessos sertanejos e piseiro em arranjo de bloco, com andamento de cortejo.

Virada de axé

Os clássicos dos anos 90 e o pagode baiano elevam a temperatura e criam os grandes momentos coletivos do show.

Repertório popular

Os sucessos do momento mantêm a festa contemporânea e conectada com o público mais jovem.

Momentos de interação

Jeferson & Daniel alternam vozes e conduzem a multidão, transformando o show em conversa com a rua.

Jeferson & Daniel no comando do show — foto 136Jeferson & Daniel no comando do show — foto 156Jeferson & Daniel no comando do show — foto 160Foliões curtindo o Bloco Largado às Traças — foto 177

Por que isso importa para o contratante

  • Alcance de público amplo: famílias, jovens e visitantes no mesmo evento
  • Menos risco de esvaziamento em circuitos longos
  • Repertório reconhecível em qualquer região do país
  • Adaptação de set conforme o horário e o tipo de festa
  • Identidade visual e conteúdo prontos para a divulgação da cidade

Perguntas frequentes

O show é mais axé ou mais sertanejo?

A base é sertaneja, com piseiro e repertório popular. O axé entra como referência forte, principalmente os clássicos dos anos 90 que o público conhece de cor, junto com o pagode baiano. Na prática, o set alterna os dois mundos ao longo do cortejo.

Essa mistura funciona em cidade sem tradição de axé?

Sim, e é justamente aí que ela costuma funcionar melhor. Onde o público ouve sertanejo o ano inteiro, o axé aparece como festa e nostalgia, não como língua estrangeira. O reconhecimento vem pela base sertaneja e a euforia vem pelos refrões de Carnaval.

Dá para adaptar o peso de cada estilo?

Dá. O desenho do set é conversado com a produção antes da data, considerando o perfil do público, o horário e o tipo de evento — um réveillon de orla pede algo diferente de uma micareta à tarde.

Axé, sertanejo e multidão na sua cidade

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