Trio elétrico
Público em movimento ao longo de um circuito. Exige percurso viável, alinhamento com trânsito e segurança, e uma equipe acostumada a cortejo. Entrega a maior sensação de Carnaval de rua.

Guia
A escolha do formato define a experiência do público, o custo da estrutura e até a logística de segurança da cidade. Um comparativo direto para decidir com segurança.
Trio e palco não competem: entregam experiências diferentes. O trio produz uma festa em movimento, que ocupa a cidade e cria a imagem clássica do Carnaval de rua. O palco concentra o público em um ponto, facilita a operação e se encaixa em grades com várias atrações. A pergunta útil é: que tipo de festa a cidade quer, e que estrutura ela consegue sustentar?
Público em movimento ao longo de um circuito. Exige percurso viável, alinhamento com trânsito e segurança, e uma equipe acostumada a cortejo. Entrega a maior sensação de Carnaval de rua.
Público concentrado em praça ou arena, com horário definido. Operação mais simples, boa para grades com várias atrações e para cidades sem circuito disponível.
A experiência integral: cortejo, animação e a identidade do bloco do início ao fim. É o formato mais completo e o que exige maior alinhamento com a produção local.
O primeiro é escolher o trio por imagem, sem ter percurso viável — o resultado é um cortejo travado e um público frustrado. O segundo é escolher o palco em uma cidade cujo público quer caminhar, o que esvazia a praça depois do primeiro show. O terceiro é decidir o formato depois de fechar a atração: aí a estrutura vira improviso e o custo sobe.
No Largado às Traças, os três formatos estão disponíveis e a produção participa dessa conversa antes da proposta ser fechada, justamente para evitar esse tipo de retrabalho.
Descreva o espaço e o público esperado. A equipe indica o formato mais adequado.